Mais de seis mil empregos Notícia

Mais de seis mil empregos foram gerados nos últimos três anos pelas empresas que estão a laborar na Zona Económica Especial (ZEE) de Luanda-Bengo, em Angola. O número de empresas ultrapassa as 80, sendo que algumas resultam do processo de privatizações ainda em curso.

O presidente do Conselho da Administração da ZEE, António Henriques da Silva, assinala: «Em 2020, apesar da crise causada pela Covid-19, tivemos um resultado positivo, e seremos capazes de distribuir dividendos ao Estado. O objetivo é, cada vez mais, estabelecer uma relação de proximidade com os utentes, por formas a que as expectativas e as metas pretendidas sejam alcançadas o mais rapidamente possível.»
Já este mês, mais concretamente no dia 9, vai ser lançado o Portal da ZEE. Aí, estarão disponíveis oportunidades de emprego nas empresas instaladas na ZEE.
A ZEE é um espaço fisicamente demarcado e dotado de benefícios fiscais e vantagens competitivas. Conta, para isso, com infraestruturas adequadas à instalação de empresas, angolanas ou estrangeiras, capazes de fomentar a produção interna e a geração de emprego com competitividade e inovação. Propriedade do Estado, compreende vinte e uma reservas flexíveis, sendo sete reservas industriais, seis reservas agrícolas, e oito reservas mineiras, distribuídas entre os municípios de Viana (oito mil hectares), Cacuaco (20 mil hectares) e Icolo e Bengo (30 mil hectares), na província de Luanda, e nos municípios do Dande e Ambriz (total de 120 mil hectares), na província do Bengo.
01.03.21

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