Coronavírus e as empresas Notícia

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil) disponibiliza no seu portal um artigo de José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil e vice-presidente executivo para a América Latina da consultora LHH, sobre o tema «Coronavírus: as empresas depois de amanhã». O especialista refere a certa altura: «Conversando com CEOs [‘chief executive officers’] brasileiros, especificamente sobre a nossa economia, identificámos três posturas de líderes empresariais frente à crise: a primeira é de um grupo com grande preocupação com a saúde de seu time e menos com o negócio, pois dependem essencialmente dos mercados externos com os quais as relações comerciais são em dólar. A segunda postura é representada por um grupo gigantesco, que tem, essencialmente, manufatura local e depende do comércio para escoar seus produtos. Este, além da atenção aos colaboradores, está duplamente impactado, seja pelo baixo ou não consumo, seja pelo câmbio de suas matérias-primas, que destruíram suas margens. Por último, tem a postura de um pequeno grupo que também mantém atenção na saúde do time, mas os negócios vão de vento em popa, pois sua cadeia de valor está sendo altamente demandada nesta crise, como, por exemplo, alimentos, gases medicinais e itens farmacêuticos.» Ler o artigo aqui.
05.04.21

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